O que nós cremos

O que nós Cremos

Bispo Dr. Samuel Henriques da Matta

 

Notas Introdutórias

 

                Apresentamos esta compilação de doutrinas básicas por acharmos úteis para os obreiros quanto à definição da nossa posição doutrinária. É um trabalho resumido a fim de ser manuseado com mais facilidade.

                Cremos que este trabalho será muito útil como complemento na discipulação.

                QueDeus abençoe este pequeno esforço em face do seu reino na terra!

 

 

I-A PALAVRA

                Que as ESCRITURAS DO VELHO TESTAMENTO E DO NOVO TESTAMENTO foram escritas por inspiração DIVINA, que somente elas constituem a regra DIVINADA FÉ e prática cristã.

 

A PALAVRA DE DEUS É INDIVISÍVEL

 “Pois tudo quanto outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que seja pela aciência, e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. Rm 15.4.

 “Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. Mt 22.29.

 Mt 26.5; Lc 42.1; Jo 10.35; Rm 1.2; 16.26; II Tm 3.16; II Pd 1.20

II-CULTO A DEUS

                           Na existência de umúnico DEUS, infinitamente perfeito, CRIADOR, PRESERVADOR E GOVERNADOR de todas as coisas, e único objeto de culto religioso, não cabendo culto a anjos ou salvos na GLÓRIA.

“Eu João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, quando as ouvi, prostei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para adora-lo. Então ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus”. Apc 22.8,9.

“Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra”. Êx 20.3,4.

Gn 1.1,31; 14.22; 17.1; Sl 19.1; 146.10; 47.7; Jr 10.10; I Cor 8.4; Ef 4.6.

 

III-TRINDADE

                                Há três pessoas na DIVINA TRINDADE: PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, indivisíveis em sua essência, iguais em poder e glória.

“Pois há três que dão testemunho no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um... e os três unânimes num só propósito”. I Jo 5.7,8.

Is6.3-8; Mt 3.16,17; 28.19; Jo 14.16, 17 e 26; 15.26; 16.7-11; Lc 24.49.

 

IV-A NATUREZA DE JESUS CRISTO

                Que na pessoa de JESUS acham-se unidas às naturezas humana e DIVINA, de modo que ELE é verdadeiro e propriamente DEUS e verdadeiro e propriamente homem.

“No princípio era o Verbo e o Verbo estava com DEUS, e o Verbo era DEUS... e o Verbo se fezcarne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito doPAI”. Jo 1.1,14.

Jo 10.30; Fl 2.5-11.

  

V-PECADO ORIGINAL

                 Que nossos primeiros pais foram criados em estado de inocência; após sua desobediência, perderam a sua pureza e felicidade e, em conseqüência de sua queda, todos os homens tornaram-se depravados, e como tais expostos justamente à ira de DEUS.

“Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram”. Rm 5.12, 17-19.

“Porque assim como em Adão todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo”. I Cor 15.22

Gn 3.6,7; Rm 3.23; Sl 51.5.

 

VI-A EFICÁCIA PLENA DE EXPIAÇÃO NA CRUZ E A EXTENSÃO DA SALVAÇÃO A TODOS OS HOMENS SEM PRIVILÉGIOS

                Que o SENHOR JESUS CRISTO tem feito, pelos seus sofrimentos e morte, uma expiação pelos pecados de todo mundo, de sorte que todo aquele que quiser, pode ser salvo e não um grupo de privilegiados ou predestinados.

“Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio à graça sobre todos os homens para justificação que dá vida”. Rm 5.18.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nELe crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Jo 3.16.

“...Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens”. Tt 2.11.

“(DEUS) quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade”.ITm 2.3,4

I Sm 2.11; At 10.34,35; Col 3.25; Lc 19.10; Jo 3.17; I Tm 1.15; Mt 11.28.

 

VII-SALVAÇÃO

                 Que o arrependimento para com DEUS, a fé em nosso SENHOR JESUS CRISTO e a regeneração pelo ESPÍRITO SANTO são necessários à salvação.

“Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância: Agora, porém, notifica aos homens que todos em toda parte se arrependam”. At 17.30.

“...O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no Evangelho”. Mc 1.15.

“Respondeu Jesus: em verdade, em verdade te digo, que quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus”. Jo 3.5.

Rm 3.26; Gl 2.16; Ef 2.8; Fl 3.9; At 2.28.Mt 3.2; Mc 6.12; Lc 13.3.

 

VIII-A PERMANÊNCIA NO

ESTADO DE SALVAÇÃO

 

                Que a continuação no estado de salvação depende da fé obediente e contínua em CRISTO.

“Vede irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do DEUS VIVO”. Hb 3.12.

“Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação... Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida”. Apc 2.10.

                              

“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios... Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns desviaram da fé, e se transpassaram a si mesmos com muitas dores”. I Tm 4.1; 6.10.

Obs: Tendo em vista a ênfase dada nestes dias àpredestinação e que o salvo não cai da fé, aconselhamos ler todos os seguintes textos: Ez 33.13; I Tm 1.18,19; Mc 13.13; Rm 11.17,22; Jo 15.1-6; I Pd 2.20,21; Hb 2.14; 4.2,11;6.4-6; 10.26-29; 26.28;  At 5.1-10; II Tm 2.10; Rm 13.11; At 1.17; I Co 6.10,11; I Sm 10.1-7; 12.10-14; 15.11; 16.14; Lv 10.1,2; 8.1-23.

 

IX-JUSTIFICAÇÃO DOS PECADOS PELA FÉ, COM TESTEMUNHO

DOESPÍRITO  SANTO

                 Que somos justificados pela graça, mediante a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, e que todo aquele que crê, tem o testemunho em si mesmo.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus”. Ef 2.8.

“Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus... O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus”. Rm 8.14,16.

Rm 5.1; II Co 5.19,21; Rm 3.24.

X-SANTIFICAÇÃO

                 Que é privilégio de todos os cristãos poderem ser inteiramente santificados e que oespírito, alma e corpo podem ser preservados sem mancha até a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.

“Segui... a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Hb 12.14.

 “... Amados... purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus”. II Co 7.1.

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para avinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. I Ts 5.23.

 

XI-IMORTALIDADE DA ALMA, RESSURREIÇÃO, JUÍZO FINAL

                Cremos na imortalidade da alma, na ressurreição do corpo, no juízo final, na felicidade eterna dos justos, num reinado em e com Cristo, eno castigo eterno dos maus.

“E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hojeestarás comigo no Paraíso”. Lc 23.43.

“Portanto se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno”. Mt 5.29-30.

“E se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou”.

“Mas eu vos digo que de toda a Palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo”. Mt 12.36.

“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida: e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.... E aquele quenão foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo”. Apc20.11,12,15.

“Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte”. Apc 21.8.

Ecl 12.7; Mt 12.36; 25.31; 29.30; Apc 1.6; 5.20.

 

XII-BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO, DONS CARISMÁTICOS

                Cremos na doutrina do Batismo com oESPÍRITO SANTO e nos dons carismáticos.

“Mais recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. At 1.5,8. Comparar com Atos 2.1-13.

I Cor 12.1-11; 11.13; Jo 7.38,39; 14.16,17; 20.22; Mt 3.11; At 8.12,14,16; 10.44-46; 19.6.

XIII-SACERDÓCIO UNIVERSAL DOS SALVOS, EVANGELIZAÇÃO

 

                Que somos constituídos para fazer pontes entre Deus e os homens. Todos receberam a missão de conduzir os pecadores a JESUS. Como ovelhas do SUPREMO PASTOR, cada ovelha dever gerar crias, novas ovelhas.

“Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos. Amém”. Mt 28.19,20.

“E para o nosso Deus o fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra”. Apc 5.10.

“Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo”. I Pd 2.5.

II Co 5.19,20; Apc 1.6.

 

XIV-DIA DE GUARDA DOS CRISTÃOS

                Queo domingo (do latim “dominica”, que significa dia do Senhor), é o dia de guarda dos cristãos, como vem sendo observado, desde a Igreja Primitiva.

Obs: Verifique detalhes pertinentes no estudo: “AS FESTIVIDADES DO SENHOR FACE À IGREJA GLORIOSA”.

Mt 28.1,6; Jo  20.19; At 20.7; I Co 16.2; Apc 1.10.

 

XV-QUANTO AO DESTINO DOS SALVOS APÓS A MORTE

                Que as almas dos salvos após a morte se destinam ao paraíso, aguardando o juízo, que virá depois da 1ª ressurreição, quando receberão os galardões daquilo que realizaram na vida cristã.

Lc 16.19-31; 23.43; II Co 12.04; Apc 6.9-11; Is 40.10; Mt 6.1; 10.42; I Co 3.8; Apc 11.18; 22.12; Mt 5.12; 6.1.

“Eis que cedo venho e o meu galardão(recompensa) está comigo para dar a cada um segundo as suas obras”. Apc 22.12.

 

XVI-GOVERNO DA IGREJA

                 Que o governo da igreja é teocrático e é exercido pelo Presbitério numa visão de ministério plural, dentro do princípio da autoridade divina, cabendo à igreja identificar, reconhecer e consagrar aqueles que o ESPÍRITO SANTO constitui ou levanta para o ministério presbiterial.

“Olhai, pois por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus, que Ele resgatou com o seu o próprio sangue”. At 20.28.

I Pd 5.12; I Tm 5.17.

 

XVII-ERA ATUAL E A IGREJA

                Que estamos na hora final, a “undécima”, momento especial para a Igreja se aprontar para o arrebatamento (BODAS DO CORDEIRO),momento em que DEUS está erguendo o tabernáculo de Davi, conforme encontramos em Amós 9.11(Tabernáculo do profundo louvor e adoração, em todo o esplendor, como expressão máxima da IGREJA GLORIOSA, sem mancha ou ruga, igreja purificada pela Palavra). A Igreja é convocada a atingir os pontos mais altos de espiritualidade de.  JESUS CRISTO virá brevemente. Estamos na Era do cumprimento de todas as coisas profetizadas por todos os profetas.

“O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio”. At 3.21.

“Naquele dia tornarei a levantar a tenda de Davi, que caiu, e taparei as suas aberturas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e a edificarei como nos dias da antiguidade”. Amós 9.11.

Ef 5.25-27; At 15.16.

 

XVIII-SETE COLUNAS FUNDAMENTAIS DA IGREJA

 

                Que a casa espiritual do SENHOR, a Igreja, se edifica sobre sete colunas fundamentais:

 

1-Consagração

2-Intercessão

3-Comunhão

4-Ministração dos Dons do Espírito Santo

5-Evangelização

6-Discipulação

7-Beneficência (diaconia).

 

                Cada cristão tem que trazer em si a realidade dessas colunas. Elas definem, projetam, consolam, edificam e fazem a Igreja crescer.

“A sabedoria (Jesus Cristo) já edificou a sua casa (espiritual) já lavrou (constituiu, preparou) as suas sete colunas”. Pv 9.1.

“Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo”. I Pd 2.5.

                                                             

Obs: Leia os estudos específicos publicados sobre os itens apresentados.

 

XIX-IRMANDADE METODISTA ORTODOXAUM MOVERDO  ESPÍRITO SANTO

                Finalmente, cremos que não constituímos propriamente uma denominação, mas um Mover do Espírito Santo para levar às Igrejas o reavivamento real, enquanto como foco de missões pregamos o evangelho aos pecadores e discipulamos os convertidos; disto temos recebido testificação do ESPÍRITO SANTO. Não, vivemos, portanto, em prol de uma denominação. Não lhe damos ênfase. Colocamo-nos à disposição de qualquer denominação, como já temos feito, enfatizando a respeito, de tudo o que Deus espera da sua IGREJA nos dias atuais. Igreja restaurada, preparada para o arrebatamento, santa, gloriosa, sem mancha e doutrinas dos homens (rugas), purificada pela lavagemda Palavra, amorosa com DEUS e uns com os outros, cheia do ESPÍRITO SANTO, dócil nasMANUAL DOS SUPERINTENDENTES DISTRITAIS

DA IRMANDADE METODISTA ORTODOXA

 “E o que de minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.

Participa dos meus sofrimentos, como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou. Igualmente o atleta não é coroado, se não lutar segundo as normas. O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos.” II Tm 2.2-6.

Para melhor assistir os membros das nossas igrejas atravésdo apoio aos ministérios locais, foram criados os DISTRITOS ECLESIÁSTICOS sob cobertura administrativa e espiritual da Superintendência Regional.

Obs:Este manual é um guia para ajudar os presbíteros superintendentes

distritais na missão confiada.

Amado irmão, grande é a tua responsabilidade,pois o irmão é pastor de pastores., devendo em tudo ser exemplo de dedicação, amor e humildade.

Aos Superintendentes compete:

 

1.Promover a eleição de dois pastores para comporem o Presbitério Distrital.

2.Transmitir e conscientizar os Obreiros quanto a visão da Irmandade.

3.Conhecer profundamente os Estatutos e Regimento da Irmandade.

4.Cumprir e fazer com que os pastores cumpram os Estatutos e Regimento da Irmandade.

5.Integrar as Igrejas com seus obreiros, se for o caso.

6.Assistir os obreiros locais nas suas dificuldades.

7.Ser um elo de ligação entre o Superintendente Regional e as Igrejas, para tanto deverá:

a)Promover encontros periódicos dos pastores do distrito de dois em dois meses, para edificação e comunhão.

b)Estabelecer intercâmbios de pregações entre os pastores.

c)Dialogar com os presbíteros- presidentes das Igrejas no que houver necessidade.

d)Envidar todos os esforços no sentido de haver unidade no distrito.

e)Incentivar os pastores a estabelecerem alvos de crescimento.

f)Visitar cada Igreja de seis em seis meses pelo menos.

g)Incentivar os pastores a fundarem escolas, a estabelecerem cursos profissionalizantes, de economia doméstica, etc.

 

8.Conscientizar os pastores a cumprirem as suas obrigações com a Irmandade, conforme prescrição estatutária e regimental, com ênfase:

 

a)Cumprir o calendário estabelecido dando curso aos respectivos eventos.

b)Verificar se o presbitério local está mantendo as contribuições do Fundo de Missões  e do Sítio Canaã em dia.

c)Cobrar e acompanhar os obreiros quanto ao comparecimento aos encontros nacionais ou regionais, se possível viajando em grupo.

d)Ser ouvido pelos presbíteros-presidentesquando solicitado, compartilhando as suas necessidades e participar quando possível na ordenação de Obreiros.

e)Orientar os Obreiros no sentido de não assumirem qualquer  compromisso pessoal que impeça seu comparecimento aos concílios ou encontros programados, pois só será aceita a ausência por motivo de saúde comprovada e por motivo altamente relevável a critério dos responsáveis, presidentes dos concílios e encontros. Não serão aceitas justificativas por motivo de casamentos, aniversários, obras, falta de recursos para viagens (neste caso o obreiro deverá ser orientado a se precaver com antecedência junto à Igreja, que deverá assumir os custos das viagens).

f)Estimular e assistir  os obreiros locais carentes, coordenando com os demais pastores do Distrito a assistência necessária.

g)Promover junto aos Obreiros a leitura da literatura pertinente à nossa visão.

h)Incentivar o trabalho evangelístico e discipulador de um modo especial, dentro dos alvos de crescimento estabelecidos.

i)Verificar se as ordenações dos presbíteros e diáconos possuem a idoneidade espiritual requerida.

j)Estimular os pastores a estudar, a participar de encontros de treinamentos, etc.

 

9.Comparecer aos Concílios gerais e regionais.

10.Os pastores que forem rebeldes por não cumprirem com suas obrigações, estatutárias e regimentais da Irmandade deverão ser primeiramente advertidos por escrito, caso persistam serão comunicados aoPresbitério Deliberativo Regional, que os declararão inaptos para o Ministério na Irmandade mediante comunicação formalizada para ser analisada e julgada, cabendo, não obstante, em última estância, recurso para o Presbitério Deliberativo da Irmandade aos que se sentirem prejudicados, sendo facultada a defesa em todos os níveis citados.

11.Os colegas do Distrito deverão ser tratados e acatados com todo respeito e amor, como convém aos filhos de Deus.

Obs.: Os casos especiais que fujam à competência ou atribuição do Distrito, deverá o Superintendente Distrital levar ao conhecimento do Superintendente Regional.

A Presidência

MANUAL DOS PRESBÍTEROS

“Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vosconstituiu bispos (ou presbíteros) para  apascentardes a Igreja de Deus, que ele resgatou com o seu próprio sangue”. At 20.28.

Aos que exercem funções presbiteriais

Observação: Além do pastoreio, os presbíteros devem ter em conta a importância capital do que disse Pedro: “...Nós perseveraremos na oração e no Ministério da Palavra” At 6.4,atribuindo a parte administrativa aos diáconos.

Os presbíteros deverão ter em conta que a santificação, o poder do Espírito Santo, a edificação geral da Igreja, o seu crescimento, os seus problemas, estão sobre os seus ombros como colunas e firmamento da Igreja, para tanto, além do grande zelo pela espiritualidade pessoal e vida exemplar, no bom desempenho das suas atividades, deverão observar os seguintes aspectos:

1º. Ouvir o visitado, mostrar compreensão, amor, orar com ele, ler a Palavra.

2º. Ajudar nas necessidades pessoais, indagar e orientar as dúvidas doutrinárias.

3º. Estimular o culto doméstico, a meditação diária da Bíblia, a oração particular, a busca do poder do Espírito Santo como uma necessidade constante e a vida de comunhão. Mt 26.41.

4º. Todo o falar deve ser estritamente respaldado na Palavra de Deus e em espírito de oração. Selecionar previamente textos bíblicos pertinentes.

5º. Enfatizar a importância de assiduidade às reuniões da Comunidade. Mais vale a assistência a um culto do que horas de leitura bíblica, como alimento espiritual. A Igreja como corpo de Cristo, deve ter os seus membros unidos. O Senhor sempre prestigia a Igreja reunida. Mt 18.19,20.

6º. Com amor ensinar biblicamente, a vida piedosa, a maneira de se portar no mundo e na Igreja. Mostrar a importância de sobriedade, inclusive no modo de vestir.

7º. Incentivar o evangelismo pessoal, a fraternidade, o companheirismo na Igreja.

8º. Falar sempre em espírito de oração, buscando do Senhor a inspiração. Ter em conta nas visitações a importância da brandura e do amor em todo expressar.

9º. Não endossar, dar curso e fazer críticas de espécie alguma a qualquer setor da Igreja. Essa não é a missão do presbítero. É grave pecado. É murmuração. Cuidado, irmão, com essa arma de Satanás.

10º. Dar recomendações que julgar necessárias, por escrito, para meditação do visitado, sempre respaldadas por citações bíblicas. Aconselhar a colocá-las na Bíblia. Para tal fim portar sempre um bloquinho de papel e caneta.

11º. Nunca visitar uma senhora sozinho. Evitar a aparência do mal. À moda dos crentes primitivos, escolher, no seu grupo, um companheiro, idôneo, para as visitas.

12º. Guardar sigilo de tudo que ouvir, dando ciência ao presbítero presidente sempre que julgar necessário, para aconselhamento e orientação.

13º. Nunca sair à visitação sem orar. A prática do jejum ajudará muito, mormente nos casos difíceis.

14º. Realizar pelo menos duas visitas por semana, dando primazia aos que estão afastados e em seguida aos que freqüentam irregularmente a Comunidade, lembrando que estão enfermos espiritualmente.

15º. Criar um fichário e anotar suas observações pessoais sobre cada componente do grupo, colocando os problemas anotados diariamente, perante o Senhor. O fichário também será a fonte de informações ao presbítero presidente, que terá acesso ao mesmo.

16º. Sempre que necessário, solicite a cooperação do presbítero presidente ou de outro presbítero.

17º- Estimular e orientara formar Grupos Familiares.

 

18º. Deve o presbítero ter sempre em mãos estas recomendações. “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vosconstituiu bispos (ou presbíteros) para  apascentardes a Igreja de Deus, que ele resgatou com o seu próprio sangue”. At 20.28.

                Que Deus o encha, meu irmão, do seu Espírito para esta tarefa, fazendo sentir em cada passo a sua inspiração e guarda.